Parcerias e Legado

Ana Botafogo, acompanhada por Edifranc Alves, em cena de Três momentos do amor, realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, 1986

imagens: Alice Bravo | Acervo Ana Botafogo

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"A dança me trouxe oportunidade de encontros. Tive encontros com profissionais muito importantes: grandes diretores, grandes bailarinas e bailarinos."

Ana Botafogo em entrevista à equipe do Itaú Cultural

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No balé clássico, o termo partner (ou parceiro, em português) denomina o bailarino que acompanha uma bailarina em coreografias de dupla, exigindo conexão e sintonia profunda. Neste vídeo, alguns dos famosos parceiros de Ana Botafogo, como Marcelo Misailidis, Paulo Rodrigues, Francisco Timbó e Hélio Bejani, falam sobre a relação construída com a bailarina, a importância da conexão e do trabalho técnico no pas de deux e os momentos marcantes de suas trajetórias.

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"Entrei para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro numa época em que nós não tínhamos Primeiros bailarinos homens. Os que existiam, já tinham parado de dançar, não havia novos. Levou um tempo para novos Primeiros bailarinos se formarem. Durante cerca de quatro anos, o Theatro Municipal trouxe bailarinos homens de fora para dançar com as Primeiras bailarinas."

Ana Botafogo em entrevista à equipe do Itaú Cultural

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Ana Botafogo e Julio Bocca em Floresta amazônica (1975), balé de Dalal Achcar com música do compositor Heitor Villa-Lobos (1887-1959). A apresentação ocorreu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, 1992

imagem: Amir Sfair Filho | Acervo Ana Botafogo

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A bailarina, documentarista e escritora Inês Bogéa relembra a parceria feita com Ana Botafogo na montagem do balé Les Sylphides (Chopiniana) para a São Paulo Companhia de Dança: o processo de trabalho, que começou na pandemia de Covid-19 – com ensaios on-line –, a precisão na preparação do elenco e o encantamento de todos quando o espetáculo chegou aos palcos.

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Ana Botafogo e Lienz Chang em apresentação do balé Esmeralda no XII Festival de Dança de Joinville, em Santa Catarina, 1994

imagem: Amir Sfair Filho | Acervo Ana Botafogo

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Educação

Após décadas brilhando como primeira bailarina, Ana Botafogo mergulhou na docência e gestão com o mesmo rigor de sua carreira nos palcos. Sua atuação como professora é marcada pela parceria com a Escola Âmbar de dança, com sede localizada em Macaé, município do estado do Rio de Janeiro, como supervisora técnica de balé clássico.

Como ensaiadora e diretora, ela atua na lapidação de novos talentos, transmitindo não apenas a coreografia, mas a disciplina necessária à profissão.

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Neste vídeo, a bailarina, documentarista e escritora Inês Bogéa, a atriz e diretora Carla Camurati, o bailarino e coreógrafo Hélio Bejani, a diretora e coreógrafa Dany Bittencourt e a própria Ana Botafogo falam sobre a atuação de nossa homenageada para além dos palcos, especialmente o trabalho na escola de dança de Ana, em Macaé, no Rio de Janeiro, transmitindo não só conhecimentos e técnica, mas também disciplina, precisão, dedicação e a paixão pela dança.

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Ana Botafogo no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, 2025.

imagem: Cassandra Mello