Helena e Ney Matogrosso durante filmagens de Luz nas Trevas: A volta do bandido da luz vermelha, 2010
imagem: Fabio Delduque
Em 2003, Helena estreou na direção com Reinvenção da rua (2003), ampliando sua atuação artística. Desde então, dirigiu ficções e documentários que dialogam com as experiências construídas como atriz e com temas contemporâneos. Entre eles estão Luz nas trevas – a volta do Bandido da Luz Vermelha (2010) e A alegria é a prova dos nove (2024).
Seção de vídeo
Helena Ignez, André Guerreiro Lopes e Cristiano Burlan apresentam aspectos do processo de direção da cineasta. Entre trechos dos filmes “Ralé” (2015), “A moça do calendário” (2017) e “A alegria é a prova dos nove” (2023), eles abordam sua relação com os atores, a construção de seus filmes e a experimentação que atravessa sua trajetória no cinema.
Meu cinema é autoral, mas não é egoísta: é voltado para o outro.
Helena Ignez, em entrevista a Luísa Pécora para o site Mulher no Cinema
Helena e Ney Matogrosso durante filmagens de Luz nas Trevas: A volta do bandido da luz vermelha, 2010
imagem: Fabio Delduque
A Helena vai conduzindo com muita confiança e muita liberdade, ela dá muita liberdade para os atores. Mas ela direciona com o que há de essencial.
André Guerreiro Lopes em entrevista ao Itaú Cultural
Helena Ignez e equipe no set do filme A moça do calendário, 2018
imagem: Barbara Vida
Ela vai se experimentando para lugares diferentes.
Cristiano Burlan em entrevista ao Itaú Cultural
Helena Ignez durante a direção do documentário Fakir, 2019
imagem: autoria desconhecida | Acervo Mercúrio Produções